A DICA DOMINGUEIRA de hoje é como evitar problemas durante a Expointer, desde o transporte, a entrada, até a permanência dos animais no parque. 1- TRANSPORTE: Hoje existem vários profissionais nesta área com muito conhecimento e cuidado no transporte de seus eqüinos. O site Cavalo completo tem em sua seção de Banners algumas dicas de excelentes transportadores. O ideal é que estes animais sejam transportados devidamente protegidos. Existem protetores de viagem produzidos pela Équo (http://www.equovet.com.br), que cumprem bem a função de evitar problemas durante o percurso. Por vezes preparamos o animal durante anos, para que em horas ele se lesione ou venha apresentar ferimentos que prejudiquem o seu rendimento ou beleza na hora mais importante do ano que é a exposição de Esteio. Certamente proteção é investimento e não é gasto. Sugerimos que o Cabanheiro acompanhe desde o embarque, translado e desembarque do animal, pois afinal ele é quem mais conhece o animal em questão, e sua presença, certamente transmite segurança ao cavalo. Um Kit de primeiros socorros é sempre útil e bem vindo, ataduras, esparadrapo, pomadas cicatrizantes, seringas, agulhas, antiinflamatórios e antibióticos (Cuidado com o doping, se usados tem que ser comunicados a comissão responsável) Recomendamos vacinar os animais, sempre de acordo com a indicação de seu veterinário, para as patologias que por ventura possam surgir devido à aglomeração em um único espaço. Sabe-se que quanto maior a população reunida em um menor espaço, mais fácil a contaminação e disseminação de doenças, por isto é melhor prevenir do que remediar. 2- EXAMES NECESSÁRIOS PARA O TRANSPORTE E ENTRADA NO PARQUE: a- Exame de Anemia infecciosa eqüina (AIE); b- Guia de Transito animal (GTA); c- Atestado de vacinação para Influenza (Depende do Estado envolvido); d- Documentação original com ICM pago ou Xerox autenticada. 3- EXAMES DE ADMISSÃO AO PARQUE: Alem dos documentos supracitados, o animal passa por uma inspeção veterinária a cargo dos profissionais da área designados para tal função. Dentre estes exames há uma procura muito “severa” por animais portadores de Papilomatose (verrugas), que são agentes virais transmissíveis e por isto, os seus portadores não podem entrar em locais de risco de contágio como feiras e afins. Ocorre que na maioria das vezes os eqüinos são portadores de fungos auriculares (formações esbranquiçadas dentro da orelha), que são confundidos com papiloma vírus. Até a situação ser esclarecida este animal fica de quarentena, sem poder entrar no parque, por vezes o resultado do exame tarda e o referido cavalo não participa da prova que por anos se preparou. COMO EVITAR ESTE TRANSTORNO: Como em sua grande maioria estas formações dentro da orelha são fungos e não verrugas recomendamos um raspado da local, que deve se feito por um veterinário. Após encaminhar o material para o laboratório, e ao apresentar os exames no parque anexar o laudo laboratorial de que estas formações são decorrentes de fungos e não de papilomas.. Certamente esta dica economizará tempo e uma série de inconvenientes para os proprietários, veterinários, cavalos e cabanheiros.
No próximo Domingo seguiremos com dicas para Expointer, principalmente para que seus animais, durante a permanência no parque, não venham a sofrer com estresse, perda de peso e performance.
Esta é a Dica Domingueira, aproveitem.
Grande Domingo, abraço, paz e sucesso a todos.
Equipe do Cavalo Completo.
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